Este tema remete à seguinte reflexão, duas situações, apesar de
bastante distintas, têm o mesmo objetivo: influenciar pessoas para
agirem de comum acordo com objetivos determinados. Seja qualquer
Líder em questão, o grupo sob sua influência deve apresentar certos
comportamentos, certas atitudes que o levem a atingir alguns padrões
de desempenho. E assim como o líder organizacional não deve aceitar
colaboradores passivos, os governantes também não devem aceitar uma
sociedade que não participa das decisões políticas e não exerce
efetivamente sua cidadania. Impossível não comparar também, neste
contexto, o pai ao empresário e ao governante. É função do pai, a
educação dos filhos.
Partindo desse princípio, a importância que tem um pai na formação
moral de seus filhos também tem o diretor na formação e cultura da
empresa: é através de treinamentos e ou uma boa escola, mas
principalmente através das atitudes corporativas (do exemplo) que os
Colaboradores passam a se comportar de uma determinada maneira.
Querendo ou não, os líderes (assim como os pais) são a referência
funcional para os Colaboradores. Suas atitudes e seus comportamentos
vão definir a maneira como os Colaboradores podem se portar. Há quem
critique essa carga de responsabilidade sobre a figura do Líder.
E agora vem a questão crucial - o que fazer para direcionar os
comportamentos de meus Colaboradores?
Cabe, aos gestores a responsabilidade, além do estratégico, mas o
cultural de suas empresas (ou filhos, ou órgãos públicos). E, esse
direcionamento resultará em benefícios para todos quando tomarem
consciência de que o rumo a ser tomado depende não só de suas
orientações, palavras, ordens, mas, principalmente, de seus valores
intrínsecos, valores esses que, mais cedo ou mais tarde, são
percebidos pela sua equipe e dão o tom à organização.